A fibromialgia raramente melhora quando se trata só a dor. O sono, a fadiga, a ansiedade e a forma como o seu corpo amplifica os sintomas fazem parte do mesmo quadro. A avaliação correta começa entendendo tudo isso, não apenas um pedaço.
Se você marcou vários desses itens, o problema provavelmente não é falta de esforço seu. É que a fibromialgia precisa ser tratada por inteiro, e não sintoma por sintoma.
A fibromialgia muda a forma como o sistema nervoso processa a dor. Por isso, parte dos pacientes continua com sintomas fortes mesmo depois de remédios, fisioterapia e exercícios.
Isso não quer dizer que não há mais o que fazer. Quer dizer que o seu caso pode precisar de estratégias que vão além do tratamento convencional, sempre que houver indicação médica.
O objetivo não é substituir o que você já faz. É ampliar as possibilidades quando o convencional, sozinho, não deu conta.
Dependendo da sua avaliação, o plano pode combinar diferentes recursos. Três deles costumam se complementar no cuidado da fibromialgia.
Medicamentos, cuidado com o sono, com a ansiedade e o humor, e orientação de atividade física seguem como a base do tratamento, conduzidos com acompanhamento próximo.
Um procedimento minimamente invasivo que pode ser uma opção nos momentos de crise de dor, com sessões planejadas, ajudando a reduzir a dor aguda. Atua sobre o sistema nervoso que participa da amplificação da dor.
Quando há indicação clínica, terapias complementares baseadas em evidências podem entrar como estratégia de longo prazo, buscando ajudar no controle da dor difusa, do sono e dos sintomas associados, com o objetivo de reduzir recaídas. A indicação é sempre individualizada e feita apenas após avaliação médica.
Nem todo paciente precisa de todos esses recursos. O que define o seu plano é a avaliação detalhada.
É médico especialista em Anestesiologia pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA) e Associação Médica Brasileira (AMB), pós-graduado em Psiquiatria pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein.
Possui 10 anos de experiência no manejo da dor e já realizou mais de 5.000 procedimentos no cuidado de pacientes com dor aguda e crônica. É membro da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) e integra a diretoria de sociedades médicas dedicadas ao estudo de terapias avançadas para a dor crônica.
A fibromialgia é uma condição complexa e exige uma abordagem que vá além do controle da dor. Por isso, sua prática reúne conhecimentos de diferentes áreas para uma avaliação abrangente de cada paciente:
Anestesiologia, com experiência em procedimentos intervencionistas, incluindo o Bloqueio Simpático Venoso, quando indicado.
Terapias complementares baseadas em evidências, como opção para pacientes selecionados, conforme avaliação clínica individualizada.
Psiquiatria, para avaliar fatores frequentemente associados à fibromialgia, como qualidade do sono, ansiedade, humor e outros aspectos que podem influenciar a intensidade dos sintomas.
Cada paciente é avaliado de forma individual, considerando seu histórico, exames, tratamentos já realizados e objetivos terapêuticos. A partir dessa avaliação, é elaborado um plano de tratamento baseado nas melhores evidências científicas disponíveis e nas necessidades específicas de cada caso.
Na consulta, vamos entender:
Você sai com um plano construído para a sua realidade, não com mais uma receita.
O Bloqueio Simpático Venoso é um procedimento minimamente invasivo, feito em ambiente ambulatorial e sem internação, portanto não é cirurgia. Ele atua sobre o sistema nervoso que participa da amplificação da dor e pode ser uma opção nos momentos de crise, em sessões planejadas, ajudando a reduzir a dor aguda. A indicação é sempre individual, definida na avaliação.
Não necessariamente. É uma das opções possíveis, indicada apenas quando faz sentido para o seu caso e sempre após avaliação médica.
Não. A ideia é um tratamento personalizado, analisado caso a caso para encontrar a melhor forma de condução.
A fibromialgia é uma condição crônica, mas a maioria dos pacientes consegue reduzir bastante os sintomas e recuperar qualidade de vida com o tratamento certo.
Sim. A avaliação pode ser presencial ou online. O BSV, por ser um procedimento, é feito presencialmente.
Não. Você pode agendar diretamente.
Agende sua avaliação e entenda, com um médico anestesiologista especialista em dor, quais caminhos existem para o seu caso, além do que você já tentou.
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